terça-feira, fevereiro 16, 2010

Carnaval 2010

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segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Carnavalando

Imagem daqui
Carnavalando - Brincando ao Carnaval na República do Gerúndio (parafraseando um magnífico Blogue que desapareceu para desconserto de alentejanos e admiradores, chamado Alentejanando).

Neste contexto diria que:

Portucalando, poderá significar que navegamos por todo o País, ou, eventualmente, tentamos calar-lhe a opinião;
Mascarando, será o acto de vestir uma fantasia a alguém, ou, ir escondendo a realidade com mentirinhas carnavalescas, fora de época;
Presidenciando, referir-se-á ao uso duma caraça ou “cabeçudo” representando o Presidente ou, simplesmente, a falta dela;
Namorando, poderá ser coisando o parceiro, ou, tratando da coisa por interpostas pessoas;
Sambando, dançando com a bateria da Mangueira ou de Vila Isabel, ou ainda em alentejanês profundo, são isso.

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sexta-feira, dezembro 18, 2009

Uma música mais própria dos natais que vivemos

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domingo, novembro 29, 2009

Juíze(o)s de valor

Quem mandou escutar as conversas do Sr.Vara, devia levar com varapau!
Ou o Sr.Juíz não estava no seu juízo, ou ajuizou mal!
Que juízo faremos agora dos juízes?

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quinta-feira, julho 02, 2009

Mudança de Sol

Troquei temporariamente o sol alentejano pelo algarvio. Não que a diferença seja grande, apenas para este há a compensação fresca da brisa marítima.
A mudança traz sempre porém uma mudança de hábitos e rotinas e isso, só por si, já é bom.
Retomei as minhas leituras interrompidas há quase um ano. Comecei devagarinho com umas historietas fantásticas do Senhor Conan Doyle, que me souberam bastante bem. Vamos a ver a que me abalanço agora.
Ando bastante, nado um pouco e refresco-me de memórias de outros mares e de outras gentes. Os banhos no Pópulo, na Matiota, no Bilene ou no Chai-Chai, em Santos. Águas quentes, transparentes, cheias de vida por dentro e por fora.
Desta vez não trouxe apetrechos de pesca. Vim numa de contemplação. Mas o bichinho cá dentro não morreu, está apenas adormecido.
Partilho o computador e a net com os meus parceiros sociais – os netos. Tenho que esperar pela noite, também ela morna e calma.

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sábado, abril 18, 2009

Não sou de ataques pessoais nem gosto de estereotipar mas, nas minhas navegações pela Net, de vez em quando, encontro coisas a que não resisto emprestar a minha voz. Esta, é uma delas! Clique aqui.

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Brincando com as "Brincas"


Ontem, levantei um "oratório", para as exéquias do Nabo, em dia de domingo gordo em vez da quarta-feira de cinzas, como ordena a tradição.
Nesse altar de oferendas, uma oração rezava assim:

Entrou em crise o Zé Nabo
Zé Povinho já a tinha
Assim, ao fim e ao cabo,
Ela chegou à Igrejinha


Em pleno domingo gordo
Zé Nabo é enterrado
O Entrudo já está morto
Ainda mal começado

RIP

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terça-feira, fevereiro 17, 2009

Tropelias carnavalescas ou loucuras de primavera antecipada

No beiral do prédio vizinho, há ninhos antigos de andorinha. Nos ninhos, há promiscuidade de pardais e andorinhas recém-chegadas. Uns proclamam abandono, outras reclamam pertença hereditária.
A confusão instalou-se nos ninhos do beiral. Pardais sacaninhas mascarados de andorinha, desfilam neste carnaval do beiral do prédio vizinho.

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quarta-feira, dezembro 03, 2008

O Nome das Coisas

Nas minhas novas lides de burguês proletarizado por necessidade de ir ocupando e rentabilizando o meu tempo livre de reformado, deparei-me com a necessidade de usar uma chave de caixa ou de tubo – uns dizem duma maneira, outros respondem noutra.
Necessitava de separar a coronha da minha espingarda do cano para lhe trocar duas anilhas que permitem dar inclinação apropriada à arma, por ocasião do apontar a mesma.
Coisas de engenheiros e de ergonomistas para a gente continuar a falhar os tiros, atirando as culpas para a espingarda.
Ao tentar usar a chave 12/13, verifiquei que era muito curta, não permitindo a sua utilização, dentro da coronha, sem uma extensão.
Falei nisso aos meus amigos entendidos e disseram-me que havia uma geringonça própria à venda nas casas da especialidade.
Na primeira oportunidade, entrei numa loja, minha conhecida dos meus tempos de menino e moço, agora alterada profundamente e transformada num espaço próprio dos tempos que correm, com exposição de ferramentas e equipamentos, em que os pregos e os parafusos são apresentados em grandes tulhas transparentes, mais para enfeitar do que para serem objectos de venda.
Lá expliquei a um empregado novito o que me levava ali e o moço perguntou-me se queria um encavador de 5/8 ou 7/8 de polegada?
Fiquei apreensivo, porque a conversa não me estava a agradar muito ou eu não estava de todo a perceber o que o eficaz vendedor me propunha! Encavador de não sei quantos oitavos de polegada?
Em vista da minha indecisão o rapaz dirigiu-se a uma estante e retirou a tão desejada extensão por mim pretendida, que dá pelo nome de encavador, e lá me explicou que não existe um tamanho único. Que era preciso saber qual o tipo de chave para se poder escolher o dito cujo a condizer e apropriado.
Fez-me lembrar uma estória passada a bordo duma LFG na Guiné comandada por um camarada já falecido.
A lancha tinha a bordo um contratado civil dos Serviços da Marinha naquele território, para servir as refeições aos oficiais do navio e tratar da roupa. O seu nome era João, mas toda a gente o tratava por Joãozinho, porque era pequeno e tinha uma falinha fininha, pelo menos quando falava com o Comandante.
Um dia em que fui a bordo do navio, em Ganturé, o Comandante chamou o Joãozinho e ordenou-lhe que me dissesse qual era a sua categoria profissional, ao que o Joãozinho, mostrando de imediato o seu cartão passado pela entidade patronal, a Marinha, disse com a sua voz fininha: - “Alisador de 1ª”.
Não tenho cura! Isto de nomes não é nem nunca foi de todo a minha especialidade!

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sexta-feira, novembro 07, 2008

Best-Seller


Mandaram-me hoje um mail com a transcrição duma notícia da agência ANSA, de que na Alemanha "O Capital" de Karl Marx tinha tido ultimamente uma subida estrondosa nas vendas, produto da crise que vivemos e dum comentário feito pelo ministro das finanças alemão, Peer Steinbrueck, que terá dito que o rapaz Marx afinal não era assim tão totó, quando afirmava que o capitalismo havia de se autodestruir.
Esta notícia fez-me lembrar a estória dum marido que chega a casa e depara com a mulher na cama com o seu melhor amigo, o que lhe faz ter o seguinte desabafo – Oh! Querida! Ainda te hei-de ver a fumar!

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